sexta-feira, 26 de julho de 2013

Paz

Mais vale viver sabendo que vamos sofrer um pouco, do que ver a vida passar por nós e não viver com medo de sofrer..
Consciencializando-te que sofreras um pouco é mais um motivo para não sofrer tanto... mas o que e sofrer? É o mesmo que amar...é não racionar...
Há varias formas de amor.. e ainda bem porque a vida e demasiado curta para nos aborrecermos... quer-se é gargalhadas..

…quer-se é gargalhadas e pores do sol que antecipam noites quentes com frescas caipirinhas e shots de tequila para acompanhar...êxtase contagiante, manhãs potentes cheias de sol...tardes de ressaca, curadas por calippos de morango ou limão em praias calorosas com ondas altas que nos refrescam...quer-se é paz!! Paz com tudo o que os nossos olhos alcançam.. paz com tudo o que existe...paz com as pedras do calhau, com os gritos rebeldes dos putos que mergulham, mas essencialmente paz com nós próprios.. a verdadeira.. a que nos deixa em paz com as pedras do calhau, com o sol, com as ondas altas, com a amálgama de ruídos dos putos, e com tudo o resto que existe.. e o que é esta paz senão amor? 

E mesmo sabendo que depois segue-se o outono e o inverno prefiro esquecer tudo e sentir o calor do sol...porque sei, depois do inverno há sempre a primavera..

tudo é um ciclo..

quinta-feira, 4 de julho de 2013

terça-feira, 18 de junho de 2013

Quiasmo!

As emoções confundem-se numa antítese perfeita
uma calma energética ataca-me subtilmente,
fiz das minhas sensações uma ceita
sou espontânea e consciente!

Todos os dias...

Que todos os dias sejam um pôr-do-sol, admirável e caloroso. Nunca o fim de um dia, mas sempre o início de outro...
Que as gaivotas sejam a Vontade, livres e destemidas. Que planem ao sabor do vento quando este estiver a seu favor, mas que voem bravas e audazes quando tiverem fome... 
Que a amálgama de cores seja a esperança e que nunca desapareça pois, graças à teoria de Copérnico, o pôr-do-sol para uns é sempre o nascer do sol para outros...
Que o mar seja Eu, calma e selvagem, que evapora de tempos a tempos para poder chover, porque as plantas também precisam de água para crescer...
Que as memórias sejam os os últimos vestígios da quinta nota da escala musical, que aqueçam o mar e que depois sejam substituídas pelo fulgor do luar, para deslumbrar o presente, aquele que deve querer-se apenas aproveitar...